Bady Bassitt confirma dois casos de sarampo (foto: divulgação)

 

A Prefeitura de Bady Bassitt emitiu um comunicado em suas redes sociais na última quarta-feira, 18 de maio, informando que o município está com dois casos confirmados de sarampo. De acordo com o portal de notícias G1, trata-se de duas crianças, de um e de quatro anos, elas passam bem e não precisaram de internação, segundo a coordenadoria de saúde.

Com as positivações, a prefeitura está convocando toda a população de adultos e crianças a procurar as salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município para conferência e atualização da situação vacinal. A vacina contra o sarampo tem cerca de 97% de eficácia e deve ser ministrada ainda na infância, em duas doses: aos 12 meses e entre os 15 e 24 meses de vida. Adultos que não foram vacinados e que não tiveram a doença na infância também devem receber a vacina, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm).

O sarampo já chegou a ser erradicado de todo território brasileiro no passado, devido as boas taxas de vacinação, porém com a baixa nas taxas de imunização o sarampo voltou a circular.

De acordo com o portal do Ministério da Saúde, sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por um vírus que pode ser fatal. Sua transmissão ocorre quando a pessoa doente fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. A única maneira de evitar o sarampo é pela vacina.

A doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida ou até mesmo causar o óbito. Algumas das complicações podem ocorrer são: pneumonia, otite média aguda e encefalite aguda. Não existe tratamento específico para o sarampo. Os medicamentos são utilizados para reduzir o desconforto ocasionado pelos sintomas da doença.

Os principais sintomas do sarampo são:

febre acompanhada de tosse;

irritação nos olhos;

nariz escorrendo ou entupido;

mal-estar intenso;

Em torno de 3 a 5 dias, podem aparecer outros sinais e sintomas, como manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo corpo. Após o aparecimento das manchas, a persistência da febre é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade.